Amigos! Desde os tempos de infância…

 

         Não é segredo a ninguém que fazer amigos não é tarefa fácil, principalmente, se trata de amigos reais, daqueles que “estarão lá para o que der e vier”, haja visto que, atualmente, as amizades são basicamente virtuais ou ainda, colegas de profissão. Sabe-se que ao nascer o cérebro não está totalmente desenvolvido, desta forma as partes que agem sobre o pensamento e as lembranças, bem como o comportamento emocional e social, ainda não se consolidaram, assim esse desenvolvimento ocorre ao longo dos primeiros anos de vida. Por isso o contato com outras crianças da mesma idade torna-se crucial, uma vez que, ser e fazer amigos também se aprende. O conceito de amizade é definido em dicionário como um sentimento fiel de afeição, ternura e estima, envolvendo cumplicidade. Amizades são laços de afeto, que nos sustentam a vida toda, é com ela que compreendemos e aprendemos muito sobre lealdade, cooperação, solidariedade, além do ‘me colocar no lugar do outro’. A infância é o momento ideal para todas essas descobertas, é nessa fase que o indivíduo inicia seus conhecimentos de mundo e de si própria. Há estudos que comprovam os benefícios fisiológicos e psicológicos da amizade, além do sucesso escolar, pois a presença de um amigo, segundo pesquisas, faz com que se torne mais fácil a superação de momentos difíceis, além de aumentar a autoestima e diminuir os níveis de estresse. Os pais são essenciais para o sucesso da vida social dos filhos, pois a criança com bases no carinho, amor, afeto, respeito e proteção, certamente, levará o modelo na hora de se relacionar com o mundo fora de casa.

            A escola, bem como o professor, também são de suma importância para as amizades, porquanto entende-se que é por meio do convívio escolar que as relações interpessoais ganham força, neste sentido o professor deve respeitar e compreender a diversidade e as relações pré estabelecidas entre os alunos, ante essa perspectiva, o professor, deve reconhecer a escola como espaço das relações sociais, interferindo de maneira positiva entre as mesmas.

            Vale ressaltar que para cada idade há um tipo de amizade: Até 1 ano – O ‘outro’ não existe; de 1 a 2 anos – A mãe é a grande amiga; aos 3 anos – Surge o primeiro amigo (que é aquele que brinca junto); dos 4 aos 5 anos – O amigo é bom na hora das molecagens, pois transmite coragem e é cúmplice; dos 5 aos 6 anos – Aparecem as primeiras “panelinhas” na escola, geralmente divididas pelo sexo; dos 7 aos 8 anos – Nasce o melhor amigo e é a partir daí que a criança aprende a ser leal, fiel e já sofre se for traída; dos 9 aos 13 anos – O amigo é o grande confidente, os meninos são unidos, já as meninas são mais críticas e exigentes; dos 13 aos 20 – O amigo é modelo e companheiro, nesta fase surgem os amigo do sexo oposto; dos 20 aos 40 anos – Há colegas de trabalho, casais amigos, pais dos amigos dos filhos e as amizades antigas podem acabar se perdendo devido o casamento e a vida profissional; dos 40 aos 60 anos – As amizades se tornam eternas e os amigos disponíveis, mesmo que não se vejam com freqüência e por fim, mais de 60 anos – O amigo é aquele com quem se recorda as aventuras do passado.

 

            

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