Inteligente eu? Inteligente, todos nós…

    Primeiramente é relevante conceituar a inteligência, tem sua origem na junção de duas palavras latinas: inter = entre e eligere = escolher, daí surge a palavra inteligência que, no Dicionário Brasileiro de Língua Portuguesa significa “A faculdade de compreender”. Segundo Celso Antunes inteligência é “A capacidade cerebral pela qual conseguimos penetrar na compreensão das coisas que escolhendo o melhor caminho”.

Em 1900 Alfred Binet (psicólogo francês) foi solicitado para que desenvolvesse uma medida de predição do sucesso escolar de crianças das primeiras séries. A partir desta solicitação surge o primeiro teste de inteligência. A finalidade geral era diferenciar crianças “retardadas” e crianças “normais” nos mais diferentes graus. Após a I Guerra Mundial os testes de Q.I. popularizaram-se, propagando desta forma a ideia de inteligência nele inserida. Assim a inteligência, nesta época era classificada como única, estagnada e passível de ser medida quantitativamente. Com o passar dos tempos essa ideia foi superada e atualmente sabe-se que a inteligência possui várias facetas, ou melhor, segundo Gardner (psicólogo e professor norte americano) inteligência é “a capacidade para resolver problemas ou elaborar produtos que sejam valorizados em um ou mais ambientes culturais ou comunitários”. A “grande sacada” dentro da teoria de Gardner é considerar a inteligência como talentos, capacidades e habilidades mentais. São chamadas de Inteligências Múltiplas, como o próprio nome explicita. Foi por meio de um curioso incidente, ocorrido aqui no Brasil em meados da Copa de 1958, que se começou a pensar em avaliar a inteligência de outras formas. Nesta época o Brasil teve seu primeiro psicólogo esportivo: João Cavalhaes, que por sua vez, decidiu aplicar os testes de Q.I. em todos os jogadores. Pasmem! Garrincha no auge de seu brilhantismo e genialidade fez o tal teste e o resultado fora o pior possível: seu quociente intelectual era irrisório, praticamente um “deficiente mental” assim classificado na época e quase foi impedido de participar da Copa, por este motivo. (MODERNELL, 1995, pag.56). Este episódio apenas comprovou aquilo que já imaginava Gardner, os famosos testes de Q.I. só avaliavam as capacidades lógica e a lingüística, inteligências essenciais para o bom desempenho escolar, quiçá social. Dentro desta perspectiva Gardner apresentou a teoria das Inteligências Múltiplas (IM), considerando em seus estudos outras capacidades, as outras “inteligências” menos lembradas, contudo, com o mesmo percentual de relevância, revolucionando assim a forma de se pensar a inteligência naquela época. São elas: Lógico-matemática, Linguística, Espacial, Musical, Físico-cinestésica, Intrapessoal, Interpessoal, Naturalista e Existencial.

 Lógico-matemática – é a capacidade de analisar problemas, operações matemáticas e questões científicas. Medida por testes de QI, é mais desenvolvida em matemáticos, engenheiros e cientistas, por exemplo.

  Linguística – caracteriza-se pela maior sensibilidade para a língua falada e escrita. Também medida por testes de QI, é predominante em oradores, escritores e poetas.

  Espacial – constitui-se pela capacidade de compreender o mundo visual de um modo minucioso. É mais desenvolvida em arquitetos, desenhistas e escultores.

  Musical – expressa-se por meio da habilidade de tocar, compor e apreciar padrões musicais, sendo mais forte em músicos, compositores e dançarinos. Beethoven se enquadra nessa inteligência.

  Físico-cinestésica – traduz-se na maior capacidade de utilizar o corpo para a dança e os esportes. É mais desenvolvida em mímicos, dançarinos e desportistas.

  Intrapessoal – expressa a capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros.

  Interpessoal – é uma habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.

 Naturalista – traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os fenômenos e padrões da natureza. É característica de paisagistas, arquitetos e mateiros, por exemplo. Charles Darwin se encaixa nesta inteligência.

  Existencial – capacidade de refletir sobre questões fundamentais da existência, aguçada em vários segmentos diferentes da sociedade.

Vale lembrar que nascemos com todas essas inteligências e elas são independentes entre si, entretanto, normalmente o indivíduo acaba desenvolvendo plenamente apenas duas ou três inteligências, ou seja, todos são inteligentemente capazes de realizar qualquer trabalho, contudo, umas potencialidades são mais aguçadas do que outras, isso depende dos fatores biológicos, psicológicos e sociais de cada um, tornando desta forma cada ser único e exclusivo naquilo que sabe fazer.

“Todo mundo é gente, gente inteligente, basta descobrir, se descobrir e se encontrar e interagir” (trecho de paródia elaborada sobre o tema, realizado em um de meus cursos de extensão)

Camila Giangrossi Meleke – Pedagoga/Pós graduanda em Psicopedagogia

 

 

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O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

 O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

         Brincar e desenhar são atividades fundamentais da criança, é a partir da brincadeira que a criança se expressa, fala, pensa, elabora sentidos para o mundo, para as coisas e para as relações. É por meio da brincadeira que os movimentos e os objetos são transformados.

            No recreio, as crianças correm pulam, jogam bola, na sala de aula elas desenvolvem as brincadeiras propostas pela educadora, com a finalidade de ensinar um conteúdo, ou até mesmo ensaiam uma peça teatral.

            Enfim, a brincadeira faz parte das práticas escolares, em diversas situações e formas, assim como também muitas são as concepções sobre seu lugar e importância.

 Há uma concepção na qual dizemos “é brincando que se aprende”, ou seja, é por meio de procedimentos educacionais, valorizando as brincadeiras, que obtemos melhores resultados no processo ensino/aprendizagem.

Por que as crianças brincam?

Há diversas explicações para isto. Porém, nem sempre o brincar estava ligado com a criança, houve tempo em que a criança exercia as mesmas atividades de um adulto. Na sociedade ocidental a concepção infância, só se consolidou a partir do XVII, sendo assim ocorreu uma “abertura” para a psicologia e o desenvolvimento da infantil.

Segundo Piaget, o brincar (para a criança) é uma forma de assimilar o real e adaptar-se ao mundo social, dos adultos, permitindo assim, suprir suas necessidades afetivas e cognitivas. Para Piaget, na brincadeira “do faz-de-conta’’ a criança cria símbolos lúdicos, desenvolvendo uma linguagem própria, para reviver momentos que julgam interessantes.

De acordo com psicólogo soviético Leontiev, na fase da pré-escola, o mundo da criança se expande de tal forma que ela passa a incorporar em suas brincadeiras atividades e objetos dos adultos, com quais elas ainda não manuseiam.

Com isso a criança passa a se interessar pela realidade e sente necessidade de agir sobre os objetos que mais tem contato. É nessa fase que ela se esforça e tenta agir como um adulto.

Para Vygotsky a brincadeira é a reprodução das ações adultas em condições diferentes da realidade, dando origem a uma situação imaginária, isso somente reforça e prova que a criança para imaginar, primeiramente, precisa agir.

Aprendendo a olhar a brincadeira

            Ao examinar características das brincadeiras infantis, percebe-se que cada criança tem o seu papel definido e se estrutura em uma situação imaginária. Outro aspecto curioso é a forma que elas fazem dos objetos: as cadeiras, os pedaços de papéis se transformam em dinheiro e em passagens e os pedaços de biscoito viram bolo, por exemplo.

            Segundo Piaget estes atos são resultados da utilização de elementos do dia a dia, como uma criança faz de seu travesseiro sua boneca, desta forma elas dão significados as suas brincadeiras.

Brincadeira é coisa séria

         A situação imaginária das crianças se caracteriza por meio de experiências vividas socialmente e não como algo criado livremente. Para Vygotsky a submissão da criança a regras de comportamento faz com que seja a razão do prazer que elas experimentam na brincadeira. Nas crianças muito pequenas a ação é de acordo com o que elas veem, ou seja, vê um cabo de vassoura perto de uma lata, por exemplo, ela poderá usá-lo para bater na lata. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual.

Vygotsky vê a brincadeira infantil como um recurso que possibilita a transição da estreita vinculação entre significado e objeto concreto, à operação com significados separados dos objetos. Na brincadeira a criança ainda utiliza um objeto concreto para promover a separação entre significado e objeto. Ela só é capaz de operar, por exemplo, com o significado de cavalo utilizando um objeto, como o cabo de vassoura, que lhe permita realizar a mesma ação possível com o cavalo real: montar ou cavalgar. Uma bola, uma caneta ou uma mesa não poderiam representar um cavalo, porque a criança não poderia agir com esses objetos como se fosse um cavalo.

Já uma criança mais velha ou um adulto poderiam utilizar qualquer um desses objetos para representar um cavalo, isso porque crianças mais velhas já podem operar com o significado, independentemente do objeto concreto.

É nesse sentido que a brincadeira infantil constitui uma transição: ao agir com um objeto como se fosse outro, a criança separa do objeto real, concreto o significado. Da mesma forma que um objeto substitui o outro, na brincadeira infantil uma ação também substitui outra. Quando a criança brinca de montar a cavalo, sua ação de correr com um cabo de vassoura entre as pernas, imitando um trotar, substitui a ação real de cavalgar.

Na brincadeira, a criança opera com significados desvinculados dos objetos e das ações; mas o fato de utilizar outros objetos reais e outras ações reais ajuda-a a realizar uma importante transição.

Portanto, o brincar constitui parte integrante no processo de aprendizagem, contudo, para que ocorra um bom aproveitamento das brincadeiras no contexto escolar, faz-se necessário a criação de um ambiente adequado, com espaço suficiente para o faz de conta, tal espaço, deve conter brinquedos diversos, panos das mais variadas cores, fantasias, espelho, utensílios domésticos, caixas de tamanhos diferenciados, cordas, entre outros, além de ser separado por uma cortina ou biombo para que a criança se sinta a vontade em suas produções. O educador deve proporcionar ao educando o esgotamento de todas as possibilidades em suas brincadeiras, o mesmo deve dar liberdade para que seu aluno brinque, suje-se, pule, corra, dance, escorregue, suba, desça, perceba texturas e formas, enfim a criança deve ser tratada como tal. Ao término de cada brincadeira o educando deverá ter oportunidade de organizar o espaço utilizado, criando assim o senso de responsabilidade, o trabalho em equipe e a disciplina. É por meio do lúdico, que a criança percorre um prazeroso caminho em busca de suas aprendizagens, de suas vivências e o papel do educador é mediar esta conexão.

  

Gestão Democrática e Participação na Escola Pública Popular

      Segundo o artigo de Maria C. B. Dalberio vive-se, atualmente, em um país democrático, ou seja, vivemos sob uma forma de governo, onde cada cidadão tem o direito e o dever de participar dos assuntos políticos, entretanto, na realidade, encontramos muitas questões que contrariam tal fato. Partindo desta premissa, podemos concluir que vivemos numa “mentira” (sim, não nos é concedida a tal democracia, em pequenas coisas, em pequenas proibições, implicitamente…) e o discurso vazio faz com que os homens sejam, infelizmente, manipuláveis. A visão intolerante de uma minoria crê que as classes sociais populares são incompetentes e inábeis intelectualmente. Por isso esta democracia vivida se opõe a democracia proclamada em “perfeitos” discursos sociais. A democracia escolar, por sua vez, tem como objetivo a participação e a autonomia das escolas, visando não só a melhoria no gerenciamento da escola, como também a melhoria na qualidade do ensino.

            A gestão é um modo de administrar a realidade, sendo democrático, pois nos remete a ideia de comunicação e envolvimento coletivo, por meio de discussão e diálogo. O gestor deve possuir conhecimentos e habilidades teóricas na área de pedagogia, além de técnicas e habilidades políticas para que se garanta a democracia.

            A democracia só é real e efetiva quando existe a participação ativa da comunidade: discutindo, refletindo e interagindo como sujeito, neste espaço. Partindo dessa premissa, faz-se a democracia, por meio de ações práticas, uma vez que só se aprende fazer, fazendo, experimentando, errando e acertando, por isso é necessário a criação de espaços para a participação de todos na escola, a fim de aprender a exercitar a democracia. É no processo coletivo de discussão que ocorre o repensar sobre a prática, onde os educadores se reconhecem como sujeitos e o pensar sobre essa prática implica em mudanças, em inovações para a práxis.

            Todavia, é comum nos depararmos com a inibição participativa, ou seja, “ouvir e obedecer”.

            O neoliberalismo atual define o cidadão pela sua capacidade de consumir, por outro lado, sabe-se que cidadania não pode estar restrita aos direitos do cidadão (eleitor, contribuinte e obediente às leis, e muito menos pela quantidade e qualidade de produtos que possa consumir), sendo assim, a cidadania democrática é ativa e autônoma. O exercício da autonomia forma habilidades e prepara a sociedade para gerir políticas públicas, fiscalizar e avaliar serviços prestados à população, contudo, esta ideia não pode estar associada a uma “desresponsabilidade” do Estado nos seus compromissos com a educação.

            Em 1990, na Conferência Mundial sobre Educação Para Todos (em Jomtiem), sentiu-se a necessidade de implantar o Projeto Político Pedagógico – construção coletiva e participativa que envolve ativamente os diversos segmentos escolares – objetivando nortear uma educação de qualidade.

            Mas… Como se constrói uma escola democrática e autônoma?

            Por meio da criação de órgãos de gestão que garantam representatividade e continuidade, dentre estes órgãos podemos citar: o Conselho Escolar, o Conselho de Classe, a Associação de Pais e Mestres e o Grêmio Estudantil.

            Conselho Escolar: é um canal de participação, onde se discute, reflete e debate, além de ser instrumento de gestão, por isso sua participação na construção do Projeto Político Pedagógico é imprescindível, a fim de se discutir sobre a proposta pedagógica, a qualidade do ensino, Currículo, aponte falhas e busque soluções.

            Conselho de Classe; seu foco é o processo de ensino aprendizagem, conduzindo, assim, a avaliação da aprendizagem, o trabalho do professor e da equipe escolar.

            Associação de Pais e Mestres: oferece a oportunidade para que a família participe da escola. Refletindo, discutindo e buscando soluções para os possíveis problemas.

            Por fim, o Grêmio Estudantil: seu objetivo é fazer com que o aluno perceba que a escola existe para auxiliá-lo em sua formação geral.

            Todavia, sabe-se que no lugar da democracia plena, o que se tem é uma força sutil, porém ativa, dentro das relações escolares, impedindo os reais objetivos da escola.

Mas qual é a função social da escola?

Segundo Rios (2003, p. 91) “é tarefa da escola desenvolver capacidades, habilidades e isso se realiza pela socialização dos conhecimentos, dos múltiplos saberes”. Por isso, os conteúdos transmitidos, construídos ou socializados na escola necessitam fazer sentido para a construção do ser humano e para o seu desenvolvimento.

            As escolas públicas brasileiras, hoje, se veem obrigadas a receber as matrículas daqueles que a procuram, não atingindo, desta forma, um ensino de qualidade. A escola democratiza suas vagas e seu trabalho é preparado de forma a conduzir o educando a aprovação no vestibular, quando na verdade seu papel deveria ser o de despertar o desejo de saber, de conhecer.

            Portanto, a democratização escolar ocorrerá não só pela garantia de acesso a escola, mas como também a permanência e o sucesso dos alunos, para que isto aconteça faz-se necessário muito mais que transmitir, é preciso construir e produzir conhecimentos vivos, dinâmicos e atuais, sem deixar de lado o conhecimento prévio e os interesses de cada um.

            A educação necessita de competências políticas, técnicas e estética em prol do desenvolvimento humano e do bem comum.

            Por fim, a escola deve ser reconhecida como lugar social, de se viver, experimentar e construir o verdadeiro conhecimento

Mordidas: Uma forma de expressão (?)

Sim. Por mais absurdo que possa parecer à mordida é uma forma de expressão. Segundo Freud, pai da psicanálise, a fase oral (o prazer adquirido por meio da boca) é a primeira etapa do desenvolvimento infantil, sendo este seu primeiro contato com o mundo. Ao observar um bebê de aproximadamente quatro ou cinco meses pode se constatar que sua maior diversão é levar tudo à boca: mãos, pés, objetos que se encontram ao seu alcance etc. e esta diversão pode durar horas. Ao colocar objetos na boca o bebê experimenta novas sensações, ampliando assim o conhecimento do mundo a sua volta. É por meio da boca que se conhece as diferenças de peso, tamanho, textura e forma. A cada bocada uma nova aventura! Além do conhecimento, o contato bucal serve também para a aceitação ou rejeição do alimento, o choro, os balbucios e quando surge a dentição surgem com ela as mordidas. Conclui-se então que, a mordida é uma forma de conhecimento e uma maneira que o bebê tem para comunicar-se. A mordida proporciona a percepção entre duro ou mole e até mesmo o susto, o choro, ou o espanto da criança mordida. Descobrir reações alheias pode parecer maravilhoso para um bebê! Morder pode ser tão fascinante que a criança pode querer repetir.

Entretanto, é claro que ninguém gostaria de ver seu filho com os doloridos sinais de uma mordida e como qualquer um corre o risco é preciso entender o que isto significa. Como vimos à mordida é conhecimento e comunicação e não uma “arma” como pensa o adulto. Por isso para compreender a mordida faz-se necessário entender o contexto em que a mordida ocorreu.

Em nossa cultura, frequentemente, expressa-se carinho com os bebês através da “falsa mordida”, essas ações geram “modelos de imitação” por parte da criança, que acaba mordendo outras crianças, sem ter a noção de intensidade e força. Isto não quer dizer que não se deva brincar com os bebês utilizando a boca, pelo contrário, desde que respeitadas as particularidades e as sensações infantis, tais momentos podem ser muito afetuosos. O ideal é ensinar à criança que essas brincadeiras devem ser leves ou ainda não deve ocorrem caso a outra criança não goste, pois isso pode provocar dor machucados no amiguinho.

A mordida pode significar ainda contrariedade, ciúme, frustração, ansiedade, raiva ou a busca de atenção.

Portanto, seja qual for o contexto, é necessário o cuidado para não rotular a criança como “mordedor”, isso pode gerar expectativas de novas mordidas. O correto é tratar o fato com tranqüilidade e firmeza, mostrando para o bebê que quem levou a mordida ficou com “dodói” e isso não é legal. O importante é revelar que há outras formas de brincadeiras e expressão, seja por meio da fala ou gestos. Enfim, compreender as fases do desenvolvimento infantil é essencial e como toda fase, desaparecerá assim que a linguagem se desenvolver plenamente.

 

 

Camila Giangrossi Meleke – Pedagoga e pós graduanda em psicopedagogia